O volume de serviços em Sergipe teve alta de 1,6% em junho deste ano, quando comparado ao mês de maio, na série com ajuste sazonal. O resultado coloca Sergipe com o quinto maior crescimento do país em junho e o segundo maior do Nordeste. Em relação ao mesmo mês de 2025, o estado apresentou uma alta de 8,1%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE.
No cenário nacional, o volume de serviços no Brasil ficou estável (0,0%) frente ao mês imediatamente anterior. Os estados que mais cresceram foram Amapá (3,1%), Acre (3%), Rondônia (2,6%) e Alagoas (1,7%). Já os que tiveram maior queda foram Roraima (-4,4%), Pará (-3,6%), Amazonas (-2,3%) e Espírito Santo (-2,2%). ]
Em 2026, Sergipe acumula crescimento no volume de serviços 3,5% (segundo maior do Nordeste e oitavo do país). Já o acumulado nos últimos 12 meses foi de 3,7%. Em relação ao índice de receita nominal, houve aumento de 2,9% na comparação entre os meses de junho e maio de 2026. Já na variação entre junho de 2026 e o mesmo período do ano anterior, houve crescimento de 15,8%. Ao longo deste ano, o crescimento na receita nominal foi de 9,6%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a receita aumentou 8,9%.
Brasil
Em junho de 2026, o volume de serviços no Brasil ficou estável (0,0%) frente ao mês imediatamente anterior, após ter registrado variação negativa (-0,2%) em maio. Dessa forma, o setor de serviços se encontra 19,9% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e fica, em junho de 2026, 0,3% abaixo do topo da série histórica, alcançado em outubro de 2025. Frente a junho de 2025, o volume de serviços cresceu 2,0%, seu 27º resultado positivo consecutivo. O acumulado de janeiro a junho deste ano foi de 2,0%, frente a igual período de 2025.
O acumulado nos últimos doze meses foi de 2,6%, repetindo o ritmo de expansão observado em maio (2,6%). A variação nula (0,0%) do volume de serviços em junho de 2026, ante maio, mostrou maior disseminação de taxas negativas entre os setores, com queda em quatro das cinco atividades divulgadas. Entre os recuos, os profissionais, administrativos e complementares (-1,4%) exerceram o principal impacto negativo, devolvendo parte do ganho acumulado entre abril e maio (3,0%). As demais retrações vieram de outros serviços (-2,2%), dos serviços prestados às famílias (-1,2%) e dos transportes (-0,1%). Em contrapartida, informação e comunicação (1,8%) mostrou o único avanço de junho, terceiro resultado positivo seguido e ganho acumulado de 3,0% nos três últimos meses.