Custo da cesta básica em Aracaju aumentou 3,49% em abril

Em termos relativos, na comparação com abril do ano passado, verificou-se acréscimo de 6,79% no valor da cesta.

Por Redação, em 12 de maio de 2026

Análise realizada pelo Observatório da Indústria do Sistema FIES, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), revelou que, em abril, o valor médio da cesta básica na capital sergipana ficou em R$ 619,32, o menor custo dentre as capitais pesquisadas.

Em termos relativos, na comparação com abril do ano passado, verificou-se acréscimo de 6,79% no valor da cesta. No comparativo com o mês imediatamente anterior, março último, observou-se um aumento de 3,49% no custo do conjunto de alimentos essenciais. E no acumulado do ano (de janeiro a abril) o custo da cesta básica aumentou 14,80%.

Custo médio das cestas nas outras capitais em abril/2026

No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior (março/2026), observou-se aumento no valor da cesta básica nas 27 capitais brasileiras, com destaque para: Porto Velho (+5,60%), Fortaleza (+5,46%) e Cuiabá (+4,97%).

Em relação a abril de 2025, as capitais que apresentaram altas mais significativas foram: Cuiabá (+9,99%), Salvador (+7,14%) e Aracaju (+6,79%). Na mesma comparação, entre as capitais que registraram redução no custo da cesta básica, destacaram-se: São Luís (-4,84%), Porto Alegre (-2,69%) e Palmas (-1,64%).

Em termos absolutos, a capital com a cesta mais cara, no mês analisado, foi São Paulo (R$ 906,14), seguida por Cuiabá (R$ 880,06) e Rio de Janeiro (R$ 879,03). Já as capitais com as cestas mais baratas foram Aracaju (R$ 619,32), São Luís (R$ 639,24) e Maceió (R$ 652,94).

Aracaju teve destaque nacional ao registrar estabilidade no preço do quilo do pão francês e redução no preço da carne bovina de primeira (-0,05%), na comparação com março último. Já no comparativo com abril de 2025, a capital sergipana registrou aumento no preço do tomate (+16,14%) e queda no preço do arroz (-11,66%).