A Travessia Rubra: Como Moisés Santana conduziu o Sergipe à Terra Prometida

Mas liderança verdadeira não se firma no aplauso fácil — se consolida no trabalho silencioso, na persistência e na fé.

Por Redação, em 2 de março de 2026

Por Cláudio Lima Vasconcelos

Moisés Santana, presidente do Club Sportivo Sergipe, carrega no nome uma simbologia poderosa. Assim como Moisés foi escolhido para conduzir um povo em meio às adversidades rumo à terra prometida, o Moisés rubro também enfrentou desafios externos e internos na sua caminhada à frente do Gipão.

Não foram poucos os momentos de desconfiança. Houve críticas, houve incredulidade, houve quem apostasse no fracasso. Assim como na travessia bíblica, nem todos acreditavam na liderança. Mas liderança verdadeira não se firma no aplauso fácil — se consolida no trabalho silencioso, na persistência e na fé.

E os resultados chegaram.

O Sergipe volta à Copa do Brasil, volta à Copa do Nordeste e projeta para 2027 um calendário digno de sua grandeza. Não é apenas conquista esportiva. É reconquista de respeito. É retomada de protagonismo. É a reafirmação de que o maior clube do estado não pode viver distante das grandes competições.

Único hexacampeão estadual, dono da maior torcida de Sergipe, o Gipão sempre mereceu estar no topo. E hoje tem à frente alguém que saiu da arquibancada, que conhece a dor da derrota e a emoção da vitória, que nunca abandonou o clube — e que governa com o coração de torcedor e a responsabilidade de gestor.

Moisés não prometeu milagres. Prometeu trabalho. E entregou resultados.

A nação rubra, que jamais abandonou seu clube, hoje celebra não apenas classificações, mas um novo tempo. Um tempo de organização, de calendário forte e de esperança renovada.
A travessia continua. Mas o rumo está traçado.

Nossa opinião.
Claudio Vasconcelos