Em agosto, custo da cesta básica em Aracaju reduziu 1,82%

Em termos relativos, na comparação com agosto do ano passado, verificou-se um acréscimo de 8,09% no valor da cesta.

Por Redação, em 13 de setembro de 2025

Análise realizada pelo Observatório da Indústria do Sistema FIES, com base nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), revelou que, em agosto, o valor médio da cesta básica na capital sergipana ficou em R$ 558,16, o menor custo dentre as capitais brasileiras.

Em termos relativos, na comparação com agosto do ano passado, verificou-se um acréscimo de 8,09% no valor da cesta. No comparativo com o mês imediatamente anterior, julho último, observou-se redução de 1,82% no custo do conjunto de alimentos essenciais. E no acumulado do ano (de janeiro a agosto), o custo da cesta básica aumentou 0,74%.

Custo médio das cestas nas outras capitais em agosto/2025

No mês analisado, levando-se em consideração a comparação com o mês anterior (julho/2025), observou-se aumento no valor da cesta básica em apenas 3 das 27 capitais brasileiras: Macapá (+0,91%), Palmas (+0,65%) e Rio Branco (+0,02%). Dentre as 24 capitais pesquisadas que apresentaram queda no valor da cesta, os percentuais de redução mais expressivos foram registrados em Maceió (-4,10%), Recife (-4,02%) e João Pessoa (-4,00%).

Em relação a agosto de 2024, todas as capitais pesquisadas[1] apresentaram aumento. As altas mais significativas foram registradas em Recife (+18,01%), Fortaleza (+14,68%) e João Pessoa (+13,33%).

Em termos absolutos, a capital com a cesta mais cara, no mês analisado, foi São Paulo (R$ 850,84), seguida por Florianópolis (R$ 823,11) e Porto Alegre (R$ 811,14). Já as capitais com as cestas mais baratas foram Aracaju (R$ 558,16), seguida de Maceió (R$ 596,23) e Salvador (R$ 616,23).

Aracaju teve destaque nacional ao registrar estabilidade no preço do café em pó redução no preço do feijão (-0,28%), no comparativo com julho último. Já na variação em 12 meses, Aracaju destacou-se ao registrar queda de 10,96% no preço do açúcar e aumento de 14,61% no preço do óleo de soja.