Aracaju registrou, em julho, o menor custo médio da cesta básica entre as capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo análise do Observatório da Indústria do Sistema FIES, baseada nos dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica, o conjunto de alimentos essenciais custou, em média, R$ 594,07 na capital sergipana.
Apesar da posição entre as capitais com menor custo, a cesta básica de Aracaju ficou 4,49% mais cara que em julho de 2025. Na comparação com junho deste ano, houve redução de 5,76%. No acumulado de janeiro a julho, entretanto, o valor subiu 10,12%.
Entre os produtos que influenciaram o resultado de julho, Aracaju registrou queda de 3,74% no preço do café em pó e de 0,57% no açúcar, em relação a junho. Já o quilo da carne bovina de primeira teve alta de 2,15%.
No cenário nacional, apenas São Luís apresentou aumento no valor da cesta básica em julho, na comparação com junho, com alta de 0,30%. Entre as capitais que registraram redução, as maiores quedas ocorreram em Natal (-7,95%), Maceió (-7,87%) e Belo Horizonte (-7,44%).
Na comparação com julho de 2025, as maiores altas foram registradas em Cuiabá (8,33%), Rio Branco (7,93%) e Goiânia (7,84%). Por outro lado, houve redução em Natal (-2,26%), Brasília (-1,46%), São Luís (-1,18%), João Pessoa (-0,61%) e Maceió (-0,51%).
Em valores absolutos, São Paulo apresentou a cesta mais cara entre as capitais pesquisadas, com custo médio de R$ 915,01, seguida por Cuiabá (R$ 881,27) e Florianópolis (R$ 860,73). No outro extremo, Aracaju teve o menor valor, seguida por Maceió (R$ 618,60) e Natal (R$ 631,51).