Eduardo Amorim. Uma super convenção.

Por Carlos Batalha

Publicado em 04/08/2018 as 10:00
Foto: imagem da internet

O Iate Clube de Aracaju foi pequeno para uma multidão que oriunda de todo o estado de Sergipe, lotou suas dependências para acompanhar e vibrar com o lançamento das candidaturas de Eduardo Amorim e Ivan Leite ao governo do estado, e André Moura e Heleno Silva ao senado da república.

Desde cedo as ruas em torno do tradicional clube da 13 de julho foram tomadas por uma multidão de aproximadamente 10 mil pessoas.

Prefeitos, vices prefeitos do interior, deputados estaduais, federais e candidatos a esses cargos, se espremiam no salão do clube e em sua área externa, ávidos por acompanhar os discursos dos candidatos.

Sendo o último a fazer uso da palavra, Eduardo Amorim,  candidato ao governo do estado, demonstrou um grande entusiasmo pela candidatura, incendiando o ambiente com colocações pontuais sobre a situação caótica do estado, demonstrando conhecimento do que o espera a partir de janeiro em caso de vitória, e dando um grito de largada com uma disposição que a todos contagiou.

Na realidade, Eduardo Amorim se preparou 04 anos para esse momento.

Tão logo tomou conhecimento da sua derrota nas urnas em 2014, Eduardo arregaçou as mangas, sacudiu a poeira e continuou o trabalho.

Durante o período (2014/2018), Eduardo sempre esteve determinado. Em todas as entrevistas que realizei com ele sempre tive a convicção da obstinação do senador por mais uma disputa, onde alcançando uma vitória, poderá colocar em prática tudo o que vivenciou e aprendeu sobre o estado de Sergipe.

Eduardo hoje tem total conhecimento da situação do estado em todas as áreas. Estudou, pesquisou, se preparou, e apresenta alternativas para os diversos problemas. Ele não é um candidato que critica por criticar. Ele aponta soluções, diz como vai fazer, e isso sem dúvida nenhuma é o que interessa aos sergipanos.

Após o grande sucesso da convenção, Eduardo deixou as dependências do Iate Clube nos braços do povo, que na sua grande parte em verdadeira histeria, disputava espaços para um aperto de mão.