São Cristóvão aumenta salário dos professores I

Por Secom/ São Cristovão

Publicado em 12/03/2018 as 07:28
Foto: Danielle Pereira

Com o objetivo de fortalecer a rede municipal de ensino e corrigir uma distorção salarial dos docentes de São Cristóvão, o prefeito Marcos Santana concedeu reajuste de 16,81% aos professores do município. O aumento foi aprovado pela Câmara de Vereadores e integra uma política de valorização da classe, já que o objetivo da gestão é equiparar o atual vencimento ao Piso Nacional, estabelecido pelo Ministério de Educação.

São Cristóvão aumenta salário dos professores I

O reajuste em 16,81% faz parte do cumprimento ao plano de recuperação do Piso Salarial, que fora instituído pela lei municipal n° 247, de 28 de agosto de 2015. A prefeitura também tem o compromisso de pagar outros benefícios, tem a evolução de letras por tempo de serviço. O efetivo municipal passou por muitos desgastes nas gestões anteriores, mas esse quadro está mudando a partir da gestão do prefeito Marcos Santana.


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Secretária de Educação destaca aumento de 16,81% para os professores da rede.

Com o objetivo de fortalecer a rede municipal de ensino e corrigir uma distorção salarial dos docentes de São Cristóvão, a prefeitura concedeu reajuste de 16,81% aos professores municipais. O reajuste foi aprovado pela Câmara de Vereadores e integra uma política de valorização da classe, já que o objetivo da gestão é equiparar o atual vencimento ao Piso Nacional, estabelecido pelo Ministério de Educação.

O reajuste em 16,81% faz parte do cumprimento ao plano de recuperação do Piso Salarial, que fora instituído pela lei municipal n° 247, de 28 de agosto de 2015, como explica a secretária municipal de Educação, Andréa Hermínia de Aguiar Oliveira.

“Na verdade, foi aplicado o reajuste ao piso mais 10%. Esse reajuste recupera uma perda salarial que esses professores tiveram em gestões passadas e cumpre uma determinação do prefeito Marcos Santana, que pretende recuperar progressivamente os vencimentos, ao longo dos quatro anos de sua gestão, até conseguir pagar o piso”, disse, destacando que investir no Piso é mais vantajoso para a categoria do que gratificação, pois é a base salarial que conta em caso de aposentadoria.

“Profissionalmente falando é mais vantajoso investir no Piso do que dar qualquer tipo de gratificação. É a base do salário. A prefeitura também tem o compromisso de pagar outros benefícios, tem a evolução de letras por tempo de serviço”, disse.
Na opinião da gestora, a educação municipal avançou nesses 15 meses de gestão com projetos educacionais e de capacitação, a exemplo do Aula Digital e do Sergipe Alfabetizado. Na área de infraestrutura, foram reformadas as unidades Josefa Freire, Frei Fernando, creche Ezilde Serra Pinheiro e Gina Franco, em fase de conclusão.

“Temos vários projetos em andamento. O projeto família, por exemplo, atingiu mais de 700 famílias. Temos o projeto da Educação no Trânsito nas escolas, que atingiu mais de 600 alunos; atendimento pediátrico nas creches, no qual conseguimos atender mais de 80 alunos, grande parte dos alunos; campanhas na área de saúde. Temos um cronograma de reforma para as unidades e estamos dando suporte pedagógico para a diretoria pedagógica”, afirmou, acrescentando que a gestão pretende realizar concurso para professor. “Existe previsão de fazer um concurso para a rede. Não tem como dizer número de vagas ainda, mas temos demanda”.

Andréa também ressaltou o trabalho de resgate de autoestima dos docentes realizado pela gestão. De acordo com ela, o efetivo municipal passou por muitos desgastes nas gestões anteriores o que requer um processo de valorização mais cuidadoso por parte da Prefeitura.

“Temos uma rede que tem muitos anos. A valorização profissional passa pela dimensão do salário. Há uma aproximação, há capacitação profissional. É um processo de recuperação dessa autoestima que estamos buscando. Lógico que o salário é muito importante, mas ele não é assim imediato, é a confiança que estamos resgatando. A equipe da Semed está bem próxima das escolas para poder desenvolver essa relação de suporte ao profissional. Estamos nos esforçando exaustivamente no sentido de prover o que eles precisam, que não é só salário, é condição de trabalho, é valorização”.