A copa de um menino mimado e mal criado

Por Carlos Batalha

Publicado em 13/07/2018 as 14:10
Foto: imagem da internet

Quem duvidava que a Seleção Brasileira contava em seu elenco com um menino mimado, mal criado, péssimo exemplo para a juventude e principalmente para as crianças, teve a comprovação no mundial da Rússia.

Milionário e com o futuro garantido até para as próximas gerações, Neymar foi o que poderia se dizer a grande decepção da copa.

Se dentro de campo outros grandes nomes a exemplo de Cristiano Ronaldo, Messi e Luis Soares não conseguiram levar as suas respectivas seleções aos primeiros lugares, pelo menos nas partidas em que jogaram deram sangue, suor, tentando o melhor, ao contrário de Neymar que ficava com palhaçada a começar pelos cabelos, e os ridículos cai cai, que serviram de chacotas e piadas pelo mundo afora.

Neymar foi nocivo para a seleção, e Tite não teve coragem para sacá-lo da equipe, que jogava em função de uma jogada decisiva sua, o que nunca acontecia, em prejuízo ao jogo coletivo. Os dois gols que o mascarado jogador fez foram com bolas sozinhas dentro da área, daqueles gols que costumamos dizer "desses até minha avó fazia".

Ao final de tudo não se ouviu sequer uma voz do além de tudo arrogante jogador que sumiu sem dar uma satisfação ou atenção sequer aos torcedores brasileiros.


Carlos Batalha

Jornalista e radialista tendo iniciado a sua vida profissional na Radio Sociedade da Bahia. Chegou em Aracaju para trabalhar na Rádio Cultura de Sergipe passando por vários outros orgãos da nossa imprensa a exemplo da Rádio Jornal, Rádio Liberdade, Rádio e Tv Aperipê onde foi inclusive seu superintendente. Trabalhou também como apresentador na TV Atalaia, TV Jornal e TV Cidade. Exerceu na vida pública os cargos de assessor especial do governo Augusto Franco tendo sido Secretário de Estado de Comunicação e de Esportes no período de 2003 a 2007 e Secretário de Comunicação Municipal da Prefeitura de Aracaju no período de 2013 a 2016.