Verbo implicar

Por Luciana Tanuns

Publicado em 04/01/2018 as 17:17

Olá pessoal, tudo bem? Antes de tudo, eu desejo a todos os nossos internautas e clientes que acompanham o nosso Sergipe em Pauta, bem como a nossa equipe de produção do site, um ano de 2018 oportunidades para cada um de nós.

Que tenhamos no decorrer de todo este ano, notícias boas, energias vibrantes, muito conhecimento e entretenimento.

E para começar o ano bem, isso implica pensamentos e atitudes positivas!

Xiiiiii, E AGORA? IMPLICA ou IMPLICA EM?

O verbo IMPLICAR é um verbo de transitividade direta, ele não exige preposição.

Vejamos o exemplo abaixo:

O combate à corrupção implica em medidas éticas por parte dos governantes.

O verbo implicar na oração acima está empregado com o sentido de acarretar, resultar. Portanto, “o combate à corrupção implica (resulta, acarreta) medidas éticas” (...)

Implica, resulta, acarreta o quê? Medidas éticas (objeto direto), e de acordo com a norma culta da língua o verbo implicar é TRANSITIVO DIRETO. Então não deve ser introduzido por preposição “em” depois do verbo IMPLICA.

Existem outros sentidos para o verbo IMPLICAR, tais como: implicar-se – no sentido de envolver-se ou implicar no sentido de ter implicância com alguém, birra. Nesses casos os verbos serão introduzidos por preposição. Tudo vai depender do sentido, contexto.

Cuidado! Atentem-se pela regência do verbo. Estudo implica disciplina.

Paz e bem!


Luciana Tannus

Formada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, lecionou Língua Portuguesa durante três anos em escolas públicas e privadas. Em 11 de setembro de 2009, lançou a sua primeira participação na coletânea “Nós da Poesia”, lançada na Bienal Internacional do Livro no Rio de Janeiro, ocasião em que prestaram uma homenagem às vítimas do ataque terrorista nos EUA; e relançado em maio de 2010 na Bienal de Minas Gerais, em Belo Horizonte.  Foi poeta premiada em 1º lugar - pela Academia Itapemense de Letras de Santa Catarina em 2009, no Concurso Literário – O Pensador III – poema intitulado ‘Real- idade Árida’, premiada em 1º lugar - pela “Literarte Brasil” – Rio de Janeiro – Com a poesia “JudiAção” e em 3º lugar pela Confraria dos Poetas Brasil em Porto Alegre/RS em 2000. Hoje trabalha na Câmara Municipal de Aracaju.